Conexão Rio/São Paulo
Será que poderia me ligar
é que hoje preciso falar
que por mais que eu tente
não consigo parar de gostar
desse seu ódio no olhar
ao me ver deitado no sétimo andar.
enquanto você escreve linhas poéticas
na beira do mar....
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Demo Tape - Take 3
O pijama
Feito de algodão ele toma banho de sabão.
Feito de seda meu deus ele é realmente uma beleza
Boa noite e bom dia
Assim nos vemos todo dia
Meu velho pijama de algodão
obrigado por ser meu amigão..
Feito de algodão ele toma banho de sabão.
Feito de seda meu deus ele é realmente uma beleza
Boa noite e bom dia
Assim nos vemos todo dia
Meu velho pijama de algodão
obrigado por ser meu amigão..
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
Demo Tape - Take 2
O bar estava vazio aquela noite além do velho rockstar,falido encontrava-se também a sua pequena familia de bêbados e perdidos.
Já passava das 3:00horas quando o velho homem saca do bolso a sua ultima dose de cocaina do dia e debruçado sobre a mesa escura ele aspira como se fosse aquilo seu ultimo suspiro de vida.
Minutos depois ele sobe no pequeno palco, pra cantar a sua ultima canção da noite e com o violão velho ele faz a melhor apresentação da sua vida, tocando wild horses para os bêbados ali presente ele se despede.
Nunca veriamos aquela bota de couro suja de barro caminhando sobre a terra......
"Wild horses couldn't drag me away
Wild, wild horses couldn't drag me away"
Já passava das 3:00horas quando o velho homem saca do bolso a sua ultima dose de cocaina do dia e debruçado sobre a mesa escura ele aspira como se fosse aquilo seu ultimo suspiro de vida.
Minutos depois ele sobe no pequeno palco, pra cantar a sua ultima canção da noite e com o violão velho ele faz a melhor apresentação da sua vida, tocando wild horses para os bêbados ali presente ele se despede.
Nunca veriamos aquela bota de couro suja de barro caminhando sobre a terra......
"Wild horses couldn't drag me away
Wild, wild horses couldn't drag me away"
terça-feira, 30 de janeiro de 2007
segunda-feira, 27 de novembro de 2006
Demo Tape: Take-1
Olhava no relógio eram 20:15, já havia se passado cinco minutos do horário da chegada do marido.
Estava aflita suas mãos suavam e a sua garganta seca denunciavam todo seu nervosismo, andava de um lado paro o outro da sala enquanto pensava.
"já se passaram cinco minutos, ele deve ter perdido a hora com a outra; descarado ele que me venha com flores e presentes juro que transformo tudo em ruínas.
Espero que agora ele atenda."
Ao ligar ouve a seguinte mensagem:
-Este telefone esta desligado ou fora da area de serviço.
Ignorando uma parte da frase diz:
-Maldito, desligou o celular.
Já era a quinta vez que ligava.
Não muito longe estava o marido preso em um engarrafamento, estressado com o caos da vida moderna trocava umas palavras com um taxista:
- È amigo essa cidade não muda, passo meses sem vir aqui e sempre encontro o mesmo caos, mas não é só aqui não, em Brasília,Nova York, Rio é sempre a mesma coisa transito turbulento pessoas loucas e tudo mais.
O motorista pouco interessado apenas dizia:
- È verdade.
Chegando perto do seu condomínio resolve comprar umas flores para mulher e diz ao motorista:
-Tenho que comprar algo pra minha amada, faz quase um mês que não a vejo, espero que ela não tenha arrumado outro.
Em casa a mulher continua a reclamar, reclama sozinha com os empregados com o cachorro, parecia que estava a beira da loucura.
Momentos depois a campainha toca, era o marido.Ela toda brava corre para abrir a porta, enquanto ele se prepara o ataque.Ao abrir a porta o esposo saca um belo buque de tulipas brancas frescas, que é jogado no chão pela mulher que reclama com o marido, esse nem percebe os insultos e a agarra e beija como um animal selvagem.
Por alguns momentos a mulher reluta contra os braços do esposo, mas depois se entrega aos beijos e carícias do amado.Logo sobem para o quarto e passam momentos inesquecíveis aos tapas e beijos.
No dia seguinte a esposa acorda dolorida e com algumas marcas escuras pelo corpo, mas já não ligava mais para isso achava tudo normal.
Estava aflita suas mãos suavam e a sua garganta seca denunciavam todo seu nervosismo, andava de um lado paro o outro da sala enquanto pensava.
"já se passaram cinco minutos, ele deve ter perdido a hora com a outra; descarado ele que me venha com flores e presentes juro que transformo tudo em ruínas.
Espero que agora ele atenda."
Ao ligar ouve a seguinte mensagem:
-Este telefone esta desligado ou fora da area de serviço.
Ignorando uma parte da frase diz:
-Maldito, desligou o celular.
Já era a quinta vez que ligava.
Não muito longe estava o marido preso em um engarrafamento, estressado com o caos da vida moderna trocava umas palavras com um taxista:
- È amigo essa cidade não muda, passo meses sem vir aqui e sempre encontro o mesmo caos, mas não é só aqui não, em Brasília,Nova York, Rio é sempre a mesma coisa transito turbulento pessoas loucas e tudo mais.
O motorista pouco interessado apenas dizia:
- È verdade.
Chegando perto do seu condomínio resolve comprar umas flores para mulher e diz ao motorista:
-Tenho que comprar algo pra minha amada, faz quase um mês que não a vejo, espero que ela não tenha arrumado outro.
Em casa a mulher continua a reclamar, reclama sozinha com os empregados com o cachorro, parecia que estava a beira da loucura.
Momentos depois a campainha toca, era o marido.Ela toda brava corre para abrir a porta, enquanto ele se prepara o ataque.Ao abrir a porta o esposo saca um belo buque de tulipas brancas frescas, que é jogado no chão pela mulher que reclama com o marido, esse nem percebe os insultos e a agarra e beija como um animal selvagem.
Por alguns momentos a mulher reluta contra os braços do esposo, mas depois se entrega aos beijos e carícias do amado.Logo sobem para o quarto e passam momentos inesquecíveis aos tapas e beijos.
No dia seguinte a esposa acorda dolorida e com algumas marcas escuras pelo corpo, mas já não ligava mais para isso achava tudo normal.
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