Para Izabel:
Fragmentos
I
Maria cujos olhos são feitos de diamantes
Porque andas sozinha na fila dos amantes?
Fina seda não asiática cujo destino a frente me passara
Porque tens o coração preso a amarras?
Maria, aonde deus, escondeu as nossas vitaminas?
Em que bocas as plumas dos seus lábios derramaram o seio da vida?
Alegraste Maria, pois a vida a cada dia se inicia!
E sozinho eu sigo pensando de quem será o amor de maria.
A menina que me sorriu um dia.
II
Talvez um dia saibam a verdade sobre a existência
Da alma viva,consciência
Perfeita simetria viva.
As sombras dos olhos que oscilam
na vida com uma perfeita simetria
Do raio pudico da maldita vida
As vezes penso você como pixels e som
As vezes penso você como figura, pessoa razão.
As vezes penso você como pessoa querida um sofismo realista
As vezes Penso você como sádica, uma querida agradável sádica
As vezes penso você como realização da vida em harmonia
Uma vida eterna de sorrisos,alvorada,flores e esquilos.
III
Boa noite virgem cândida
Que os seus palhaços dancem ao seu lado
Em clarinetas agrestes tocando realejo dos sertões
Boa noite alma entristecida e solitária
que todos os pesadelos do mundo estejam ao seu lado
Em gritos e berros estúpidos tocando o seu realejo final
Boa noite garota da montanha cujos olhos elétricos estão
Que todos os dias sejam como seus sonhos que estão ao lado
Em gritos cantando o realejo final
Porque aqui nesse mundo a realidade se mistura
Em cores de realidade nua e crua.
O seu mundo é de sonhos
Será que você esta aqui?
Em que parte do sonho estarei?
Não chore agora garota
Isso não é apenas uma despedida
Talvez a nossa despedida
Da realidade, do mundo visível em cor.
domingo, 22 de março de 2009
domingo, 15 de março de 2009
Demo Tape - 44
Acreditar.....
Eu não
Não acredite em palavras
Elas geralmente te enganam
e perfuram como facas
Não acredite em sentimentos
Eles sempre mudam
Como o sopro do vento
Não acredite em pessoas
Elas são estranhas
Não conseguem dividir um prato de sopa
Não acredite na vida
Ela realmente não é divertida
È como um soco na barriga
Acredite no poeta
Ele diz: Siga a regra
Não meta nessa
De acreditar nas canalhisses deste poeta.
Eu não
Não acredite em palavras
Elas geralmente te enganam
e perfuram como facas
Não acredite em sentimentos
Eles sempre mudam
Como o sopro do vento
Não acredite em pessoas
Elas são estranhas
Não conseguem dividir um prato de sopa
Não acredite na vida
Ela realmente não é divertida
È como um soco na barriga
Acredite no poeta
Ele diz: Siga a regra
Não meta nessa
De acreditar nas canalhisses deste poeta.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Demo Tape - 43
Guerra sorrisos e belas fotografias
Um pouco e terror para uma bela fotografia
seu sorriso ouro desnudo corpo de sol
empobrecido pelo cinza claro do envelhecimento
Tristes crianças caminham ao seu lado
Chorando caminhando pedindo leite
e o saber?
Porque naquela vida no seu sorriso
ela buscariam entender...
Algo sobre o sofrimento que é embranquecer
Caminhando ovacionando
Caminhão os soldados
Com crianças sorridentes a tiracolo
Como uma fotografia
Copiada de alguma revista
De pessoas com muita alegria
Talvez esse seja o belo fim
Da vida que se tem que viver
.............
Um belo sorriso no final do entardecer.
Um pouco e terror para uma bela fotografia
seu sorriso ouro desnudo corpo de sol
empobrecido pelo cinza claro do envelhecimento
Tristes crianças caminham ao seu lado
Chorando caminhando pedindo leite
e o saber?
Porque naquela vida no seu sorriso
ela buscariam entender...
Algo sobre o sofrimento que é embranquecer
Caminhando ovacionando
Caminhão os soldados
Com crianças sorridentes a tiracolo
Como uma fotografia
Copiada de alguma revista
De pessoas com muita alegria
Talvez esse seja o belo fim
Da vida que se tem que viver
.............
Um belo sorriso no final do entardecer.
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Demo Tape - 42
Devaneios de Andrade.
Baseado no conto "O Peru de Natal".
No natal estavam todos sentados a espera do prato reservado
Que muito antes precisara de imenso preparo, Pois era um assado
Não assado de carne de gato
Mas assado de cachorro tratado
O seu preparo levara meses até a escolha até o nome do assado
Primeiro pensaram em um vira lata, idéia que a dona da casa abominara
Depois pensaram em adotar um pequeno animal, mas por falta de tempo a idéia foi rejeitada
Por fim ligaram em um pet shop e compraram dois peludos
Um seria para as crianças e o outro pro natal
A fêmea teria o nome de Maria, a mãe do filho de deus
O macho por fim se chamaria jesus e morreria pelo bem comum.
Durante o período de estadia de Jesus na casa nada lhe era negado
Tinha comida agua e as vezes um pouco de agrado
Mas com o passar dos ventos
Chegara a hora do advento
Jesus seria morto servido como alimento
No mesmo dia do seu nascimento
A familia não quis ver o seu sofrimento
Dizem que seus olhos cintilavam como a brisa do vento
E se pudesse falar pediria mais um momento
Pra falar com seus pais que criaram-o desde o nascimento
Para dele servirem como alimento.
Baseado no conto "O Peru de Natal".
No natal estavam todos sentados a espera do prato reservado
Que muito antes precisara de imenso preparo, Pois era um assado
Não assado de carne de gato
Mas assado de cachorro tratado
O seu preparo levara meses até a escolha até o nome do assado
Primeiro pensaram em um vira lata, idéia que a dona da casa abominara
Depois pensaram em adotar um pequeno animal, mas por falta de tempo a idéia foi rejeitada
Por fim ligaram em um pet shop e compraram dois peludos
Um seria para as crianças e o outro pro natal
A fêmea teria o nome de Maria, a mãe do filho de deus
O macho por fim se chamaria jesus e morreria pelo bem comum.
Durante o período de estadia de Jesus na casa nada lhe era negado
Tinha comida agua e as vezes um pouco de agrado
Mas com o passar dos ventos
Chegara a hora do advento
Jesus seria morto servido como alimento
No mesmo dia do seu nascimento
A familia não quis ver o seu sofrimento
Dizem que seus olhos cintilavam como a brisa do vento
E se pudesse falar pediria mais um momento
Pra falar com seus pais que criaram-o desde o nascimento
Para dele servirem como alimento.
sábado, 22 de novembro de 2008
Demo Tape - 41
Detalhes da revolução
Você se entristeceria se dissesse que estamos alienados?
Ou tornaria minha voz um singelo afago?
Para em sangue proclamar a revolução?
Você choraria ao ver o sonho acontecer?
Doaria sua vida pra um dia quem sabe renascer?
Em lágrimas de sonhos azul brilhante
Você que escuta essa estação
Por favor diga sim a revolução
Comporte-se como uma a Paixão
E em fogo queime o passado
Da miséria e do povo calado.
Agora [que] estamos juntos
[faremos dos restos um novo mundo.
Por mais que isso possa parecer confuso
Nunca mais submeteremos a regra do cego e mudo
Comendo o restos do passado
vomitaremos progresso futuro
Abrindo as portas do novo mundo]
Com os pés sobre o chão
Entoando poemas sobre a revolução.
Você se entristeceria se dissesse que estamos alienados?
Ou tornaria minha voz um singelo afago?
Para em sangue proclamar a revolução?
Você choraria ao ver o sonho acontecer?
Doaria sua vida pra um dia quem sabe renascer?
Em lágrimas de sonhos azul brilhante
Você que escuta essa estação
Por favor diga sim a revolução
Comporte-se como uma a Paixão
E em fogo queime o passado
Da miséria e do povo calado.
Agora [que] estamos juntos
[faremos dos restos um novo mundo.
Por mais que isso possa parecer confuso
Nunca mais submeteremos a regra do cego e mudo
Comendo o restos do passado
vomitaremos progresso futuro
Abrindo as portas do novo mundo]
Com os pés sobre o chão
Entoando poemas sobre a revolução.
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Demo Tape - 40
A poética do samba.
o anjo da estética poética
Descreve sem regras
toda fantasia prosaica
Do oficio do ócio
Tomado por um pouco de ópio
O anjo descreve o raio
Dixavando a metafísica da vida
Ele dita mais um samba canção pra você
o anjo da estética poética
Descreve sem regras
toda fantasia prosaica
Do oficio do ócio
Tomado por um pouco de ópio
O anjo descreve o raio
Dixavando a metafísica da vida
Ele dita mais um samba canção pra você
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Demo Tape - 39
Space is the place - bob dylan folk song
Uma musica para o bob....."marley"
O espaço é o lugar
as pessoas sorrindo devem estar lá
o espaço não é complicado
No espaço estão as nuvens estreladas
O espaço é o lugar
E por isso com sun rá
eu vou cantar
ALL SPACE ALL SPACE!!!!!
No espaço deve tocar sun rá
Coltrane e miles passeando com garotas aqui a cô lá
Porque o espaço é o lugar!!!!!!!
Colorindo o espaço sem preocupar com o espaço
Eu vou me amarrotando nos laços do meu espaço
No espaço os homens fumam cigarros
dirigindo seus enormes carros
para o infinito do espaço
Estou cansado desse papo
de ficar falando de espaço
deixe-me quieto vou fumar um baseado.
Uma musica para o bob....."marley"
O espaço é o lugar
as pessoas sorrindo devem estar lá
o espaço não é complicado
No espaço estão as nuvens estreladas
O espaço é o lugar
E por isso com sun rá
eu vou cantar
ALL SPACE ALL SPACE!!!!!
No espaço deve tocar sun rá
Coltrane e miles passeando com garotas aqui a cô lá
Porque o espaço é o lugar!!!!!!!
Colorindo o espaço sem preocupar com o espaço
Eu vou me amarrotando nos laços do meu espaço
No espaço os homens fumam cigarros
dirigindo seus enormes carros
para o infinito do espaço
Estou cansado desse papo
de ficar falando de espaço
deixe-me quieto vou fumar um baseado.
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